O segundo dia da Casa foi marcado por super produções e desfiles performáticos, com direito até a uma mini-encenação. Muitas ideias, muitas novidades, melhor organização dos desfiles, enfim... Fica até difícil destacar alguma marca/estilista num dia como esse, mas para exemplificar com exatidão a boa dose de talento e frescor, o destaque fica por conta do Projeto LAB e seus pupilos.
No Projeto LAB, Danilo Costa brincou com a moda masculina, seus modelos entraram mascando chicletes, com um ar de falsa ingenuidade e looks divertidos, confortáveis, mas sem muita novidade. Twooin também descontraiu, abrindo o desfile com um modelo andando de bicicleta pela passarela; os looks foram soltos, esvoaçantes, cores claras, propostas bacanas tanto para homens quanto para mulheres. Arnaldo Ventura teve um desfile performático, com uma mini-encenação de modelos vestidos de soldados, rústicos, sofrendo; os looks eram fantásticos, cheios de detalhes e um tanto étnicos, ressaltando a feminilidade da mulher. Jadson Ranieri mostrou uma coleção sexy, ousada, irreverente.
Abrindo o grupo principal, TudiCofusi apresentou a banda Bazar Pamplona, enquanto desfilava seus modelos, estes, por sinal, ficaram menos “tudo-confuso”; a marca manteve sua identidade ‘funny’, errou menos do que em outras edições, as estampas eram gostosas. A Purpure resgatou os maiôs clássicos dos anos 80 e os repaginou, aplicando detalhes, ombreiras, cintos, decotando-os e elevando com personalidade a grandeza feminina. Geraldo Couto, mais um estreante da Casa, teve como musa inspiradora a cantora Dalida, demonstrando uma mulher adulta, sensual, com vestidos em sua maioria longos, para todas as ocasiões, alguns exageros, mas outros incríveis. A masculina ADD desfilou uma coleção mais comercial do que conceitual, tudo usável, muitas estampas, shorts praianos, nada que alguém não tenha visto por aí, mas de muito bom gosto. Prints I Like, para manter a identidade da marca, mais uma vez investiu nas estampas, todas muito charmosas, inspiradas no inferno climático em que o mundo vive atualmente, mas nada que fizesse cair o queixo. Rober Dognani quis fazer um misto de moda vintage com a futurista, kitsch, o que funcionou, destaque para os vestidos em verde-limão, todos desconstruídos e alegres.
Na agitação do lounge, as bandas Plano Próximo e Dark Disko Republik se revezaram no Festival de Música Casa de Criadores.
Links fotos:
LAB
Mahogani
Danilo Costa
Twooin (Juliana Altafim e Najla Dib)
Arnaldo Ventura
Jadson Raniere
PRINCIPAL
Tudicofusi
Purpure
Geraldo Couto
ADD
Prints I Like
Rober Dognani
Crédito: Paulo Reis
Hoje tem mais...







Nenhum comentário:
Postar um comentário