terça-feira, 28 de julho de 2009

About Fashion: Zach Efron & Blake Lively

Por Danilo Novais

Zach Efron
(Troy, High School Musical) e Blake Lively (Serena, Gossip Girl) estão no About Fashion dessa semana, porque ambos são referências atuais de estilo e moda.



Zach: o cardigã voltou à moda há algumas estações e tornou-se item indispensável no guarda-roupa masculino. Na foto, Zach Efron usa um cardigã azul semi-abotoado sobre uma camisa de quase mesmo tom, dando um ar descontraído e cool. Note que as mangas da camisa estão à mostra, e isso está super in.



Blake: o look preppy, mais conhecido como old school ou college, é uma das tantas tendências que estão em alta no momento. Sempre acompanhado de acessórios clássicos, como a gravata, ou de estampas old, como o xadrez, é um estilo jovial, mas extremamente elegante. Blake Lively ainda acertou na escolha do tamanho do vestido, que está um pouco acima do joelho, o que adiciona sensualidade ao formal. Claro que esse look, em especifico, só deve ser usado por mulheres com o corpo em dia.

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quinta-feira, 23 de julho de 2009

A vida com trilha sonora (5)

Sabe aqueles momentos que você está dançando alegremente ou sentado em uma cama chorando por alguém que o deixou? Provavelmente há alguma música de fundo embalando a cena, como nos filmes e séries de TV. Muitos não se deram conta, mas nossa vida tem trilha sonora!


10 músicas para ouvir naquele dia que estiver com amigos de longa data, naquela tarde agradável de jogos de tabuleiro, com aquela conversa boa e sensações melhores ainda:

1. Florence + The Machine - Dog Days Are Over
2. The Libertines - What Katie Did
3. Cake - Pretty Pink Ribbon
4. The White Stripes - Seven Nation Army
5. The Killers - Replaceable
6. Beirut - Postcards From Italy
7. of Montreal - Gronlandic Edit
8. Orson - No Tomorrow
9. Kilians - At All
10. Angus & Julia Stone - Paper Aeroplane

Arrumem os tabuleiros, o som, garanta as bebidas, comida e pronto: a ocasional reunião torna-se uma festinha com uma trilha aconchegante e envolvente. É diversão na certa!


Participe também, deixando comentários ou enviando e-mail (contato@cultpopshow.com.br), dizendo o que tiraria ou incluiria na lista, ou ideias de temas!

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Stuff: Royal Pains

Por Lucas Soares


Royal Pains estreou no dia 4 de junho na televisão norte-americana, mas os 12 episódios da primeira temporada já estão gravados desde o inverno de 2008. A série conta a história do Dr. Hank Lawson (Mark Feuerstein), um dos mais bem-sucedidos médicos de sua geração que, por uma escolha, tem sua carreira destruída pelo conselho do hospital que trabalhava.

Enquanto jogava basquete com alguns amigos, um deles sofre uma parada cardíaca e Hank, como todo médico, sob juramento da ética de ajudar sempre que for possível, faz os primeiros socorros no rapaz e o leva para o hospital. Ao chegar no hospital, agora agindo como Dr. Hank, se depara com uma situação: o maior doador de fundos para o hospital acaba de chegar lá, também, com uma parada cardíaca. Hank o analisa e faz um erro de julgamento, deixando com que sua equipe termine a medicação. O doador morre, acabando, então, com a carreira de Lawson.

Evan Richard Lawson (Paulo Costanzo), consultor financeiro falido, e irmão de Hank, depois de ver que o irmão passou um mês preso dentro de casa, deprimido, após ter perdido o emprego e o respeito como médico, o obriga a passar um final de semana na “mágica” e muitíssimo rica Hamptons, um setor milionário de mansões em Long Island, Nova York.

Dr. Hank estava na hora certa no lugar certo e salvou a vida de uma mulher durante uma festa que estavam participando, o que, depois de muito se pensar, o leva a abrir uma empresa autônoma chamada HankMed, onde ele é o médico ambulante que atende os ricos de Hamptons. Juntamente com Divya Katdare (Reshma Shetty) e seu irmão, Hank então passa a atender os ricos, passando por divertidas situações. Apaixona-se pela Dra. Jill Casey (Jill Flint).

A série teve um recorde de audiência em sua estreia nos Estados Unidos, batendo os 5,57 milhões de telespectadores, recorde anteriormente alcançando por Psych, em 2006.

terça-feira, 21 de julho de 2009

CULT PEOPLE: Felipe Solari

Por Danilo Novais


Felipe Solari, um dos VJs mais pop da MTV, começou sua carreira no ramo do entretenimento aos 15 anos, atuando em comerciais, figurações e protagonizando alguns pequenos papéis. Após a louca vida de ator, resolveu cursar Radio e TV, o que possibilitou sua entrada no mundo televisivo, começando na Band ao lado de Marcos Mion, no extinto programa Descontrole. Em 2005, logo depois que Mion voltou à MTV, Solari o seguiu, estreando o programa The Nadas. A partir daí, tornou-se VJ fixo da rede e liderou programas como Chapa Coco, Cine MTV, Domínio MTV, MTV na RUA, entre outros. Agora Felipe fala um pouco sobre seus gostos e desgostos ao Cult Pop Show, confira!

1. Felipe Solari por Felipe Solari: Um caso complicado de se entender.
2. Filme: "O Poderoso Chefão II".
3. Programas de TV: "Late Show with David Letterman", "Man vs. Wild", "Entourage", "The Simpsons" e "Manhattan Connection".
4. Música: "Something", The Beatles.
5. Livros: Biografia de Anthony Kieds.
6. Super-heróis: Os da vida real, nunca acreditei em super poderes e nem em mutantes.
7. Uma celebridade: Barack Obama.
8. Hobbies: Cada dia invento um.
9. Comida: Sushi.
10. Um país: Brasil.
11. Eu adoro: Trabalhar com aquilo que me deixa feliz.
12. Eu odeio: A fofoca, o vagabundo e a inveja.
13. Se eu não fosse Felipe Solari, eu seria: Al Pacino.
14. Frase: "Antes de entrar no elevador, verifique se o mesmo encontra-se parado no local." Essa frase serve para muitos momentos.

Felipe Solari na rede:
http://www.felipesolari.blogger.com.br/
www.twitter.com/felipesolari
http://www.onspeed.com.br/
www.mtv.com.br/lifecast

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domingo, 19 de julho de 2009

Stuff: Nurse Jackie

Por Lucas Soares


Quando uma atriz sabe o que faz e, principalmente, domina o que faz, ela se transforma a cada personagem novo, a cada trabalho feito. Quem se lembra de Carmela, da grande “The Sopranos”? Pois então. Edie Falco, a atriz que interpretou Carmela Soprano e foi premiadíssima por isso, dá vida a Jackie Peyton, uma enfermeira viciada em analgésicos e que faz de tudo para ajudar seus pacientes. Divide-se entre suas vidas conjugal/materna e enfermeira/adúltera (mantém uma relação baseada em sexo com um dos colegas do hospital).

Em Nurse Jackie, Edie ganha um seriado onde o foco dos 27 minutos de cada episódio centra-se na vida de Jackie – e não na dos pacientes, como a maioria das séries médicas. Jackie pende entre a ética e a vontade de ajudar seus pacientes. Batalha entre fazer o não funcional honesto para fazer o, por vezes, antiético certo.

No meio disso tudo, divide sua inteligência e maestria em casos diversos com a estagiária Zoey Brakow (vivida por Merrit Wever, ex-Studio 60), sua amiga, a Dra. Elenor O'Hara (vivida pela inglesa Eve Best) e com o conflituoso Dr. Cooper (vivido pelo ator Peter Facinelli; o Dr. Cullen, em Twilight), médico que foi criado por um casal de lésbicas.

Nurse Jackie estreou nos Estados Unidos no canal Showtime no dia 8 de junho, já está caminhando para o oitavo episódio, foi renovada, mas, inesperadamente, não apareceu em nenhuma indicação ao Emmy 2009. Ainda não há previsão para estreia do seriado no Brasil, mas já pode ser encontrado para download em toda a rede.

Dica: assistam assim que conseguirem!

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Nerdisses: Comic Book Tattoo - quando a música encontra os quadrinhos

Por Bruno Canato

Quem tem seus vinte e poucos anos pode se lembrar de quando a Editora Abril trouxe Spawn e Savage Dragon e a Editora Globo tentou um ingresso no mercado brasileiro de comics trazendo os rebentos de Jim Lee e Marc Silvestri e pensar, sinceramente, se a Image Comics, fruto da união de ex-desenhistas famosos na Marvel Comics, poderia trazer algo além daqueles super-heróis extrapolados de uma cultura de comics deteroriada dos anos 90. Estávamos enganados, claro. Não só hoje em dia temos publicações ótimas como Invencível e Mortos-Vivos, ambos de Robert Kirkman e trazidos para o Brasil pela HQ Maniacs, como ano passado fomos agraciados com Comic Book Tattoo, uma graphic novel complexa baseada nas músicas de Tori Amos.


Tori Amos é uma cantora norte-americana de dado sucesso. Gente com uma memória mais longa pode se lembrar de Crucify na trilha sonora da novela De Corpo a Alma, aficcionados por séries podem ter uma lembrança de um deboche sobre ela na série Love Monkey. Uma coisa é fato - desde o Little Earthquakes, no começo da década de 90, a amiguinha pessoal do escritor Neil Gaiman e ex-paixão platônica de um dos tecladistas da banda de heavy metal progressivo Dream Theater, Tori tem produzido consistentemente canções intimistas, com um vocal delicado, muito piano e letras de músicas muito subjetivas. E muito antes de Alanis Morissette falar de seu caso com Dave Coulier (o elo perdido entre Full House e You Oughta Know jaz neste nome, crianças) ou Fiona Apple fazer uma canção sobre seu estupro, Tori já havia cantado sua Me and a Gun sobre seu encontro sexual indesejado. Bem mais sofrido.

Comic Book Tattoo é um projeto ambicioso em quadrinhos. Tenta transcrever - em momentos literalmente, em outros não - em 480 páginas, em dimensões que ultrapassam 40 cm x 40 cm, as histórias que a cantora canadense imprimiu sobre "suas garotas" ao longo de sua carreira, do álbum inicial Y Kant Tori Read até o fantástico American Doll Posse. O resultado é um deleite visual - diferentes estilos de desenho e narrativa em quadrinhos encontram-se em histórias curtas, com diversas técnicas, numa peça que poderia ser bem tida como um coffee table book para suas visitas. Deixando de lado, claro, os ciúmes que um fã da Tori pode ter de seu exemplar.

As histórias são variadas. Existem momentos reais que poderiam ser tidos entre dois amigos enquanto conversam com a vida, como em God e Baker Baker. Temos contrapontos sobrenaturais ou fantásticos como em Girl, Bouncing Off Clouds, Caught A Little Sneeze e Programmable Soda. A obra também consegue alcançar notas inspiradoras e silenciosas como em Jackie's Strength e Snow Cherries From France, delírios cotidianos bem representados em I Can't See New York e Leather, chegando até o inesperado e o bizarro em Mr. Zebra. Por fim, vale citar a participação mais do que especial de Leif Jones em Little Amsterdam.


Comic Book Tattoo não é exatamente história em quadrinhos para os menos versados. E talvez não seja também quadrinhos para quem não seja fã de Tori Amos. O que mais surpreende é justamente essa tentativa de trazer o universo da música para as páginas de arte seqüencial, em um formato não comercial - e tentar captar o que cada artista tentou passar das garotas de Tori Amos. Quem acompanha a produção de Tori certamente encontra um deleite a cada nova página.

E para quem estranha o nome da obra, ela é de um trecho de uma música da Tori Amos, chamada Flying Dutchman. Se quiser conferir, é só dar play abaixo.





Apenas lembrando - tem pouco tempo que foi lançado o mais recente álbum da cantora, Abnormally Attracted to Sin. Pessoalmente, não agradou tanto quanto o anterior. Mas se ele fizer jus aos boatos de turnê que incluiriam o Brasil, torna-se mais do que bem-vindo.

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Emmy Awards: indicações & expectativas

Por Lucas Soares

Foi divulgada hoje a lista de indicações ao Emmy Awards 2009, o Oscar da televisão norte-americana, que acontecerá no dia 20 de setembro. Dentre os indicados muita gente boa, muito programa bom. Muito must. Em contrapartida, muita nominação automática ou totalmente fora de cogitação. Abaixo análises dos nomes de algumas categorias indicadas.

MELHOR SÉRIE DRAMÁTICA
“Big Love” & “Breaking Bad” são séries excelentes, com um enredo e elenco em níveis bons. Existem aquelas sacadas geniais, mas, atualmente, não são hot e não tem mais aquela pegada de outrora.

“Dexter” é uma série que, na terceira temporada, caminhou para um lado bem diferente e enigmático do que já tínhamos visto no seriado. Há muitas possibilidades para se trabalhar um bom roteiro para a quarta temporada, porém, a terceira teve seus altos e baixos, o que, talvez, não deixe a série ganhar na categoria neste ano.

“Lost”, de longe, é a série que não levaria qualquer prêmio de ‘melhor do ano’ (a meu ver). O elenco, excelente, saturou, o roteiro, apesar de bom, cansou e os produtores parecem ter muito o que contar ao público nesta que será a sexta e última temporada. Não acredito que vença nesta (e nem em outra) categoria.

Não falarei de “Damages”, “House” e “Mad Men”, mas meu palpite fica para o Dr. Mais conhecido da tevelisão americana, “House”.

MELHOR SÉRIE COMÉDIA
E a disputa continua acirrada nesta categoria. “Weeds”, apesar da grande guinada que sofreu agora nesta (quinta) nova temporada, provavelmente não leva nesta categoria. “Entourage” tem suas sacadas, mas nada genial. Elenco mediano. “Family Guy” teve, também, seus altos e baixos durante a temporada. “How I Met Your Mother” & “The Office”, sob o meu palpite, apesar de serem excelentes, perdem para Tina Fey e seu “30 Rock”. Mais uma vez.

MELHOR ATOR EM DRAMA
Não acredito que Michael C. Hall leve para casa o prêmio. Por causa do frisson que ainda há em torno de “The Mentalist”, coloco meu palpite em dois nomes: Simon Barker (The Mentalist) & Hugh Laurie (House).

MELHOR ATOR EM COMÉDIA
A categoria está acirradíssima. Jim Parsons, Tony Shalhoub, Steve Carell, Alec Baldwin e Charlie Sheen darão trabalho aos jurados. Muito. Mas meu palpite vai para o genial Sheldon Cooper (Jim Parsons, de “The Big Bang Theory”), apesar de torcer por mais uma vitória de Alec Baldwin (e seu também genial Jack).

MELHOR ATRIZ EM DRAMA
Nesta categoria confesso dar meu palpite por gostar muito da atriz – apesar de não ter gostado tanto da temporada dela neste ano. Com a Norah Walker de “Brothers & Sisters”, meu palpite vai pra Sally Field, que levou a estatueta no ano de 2007, tendo sido indicada também ano passado.

MELHOR ATRIZ EM COMÉDIA
É outra categoria que me faz ter um pequeno revertério. Há muitas concorrentes que são realmente boas. Christina Applegate, Tina Fey, Toni Collette e Mary-Louise Parker, acredito, estão cotadas. Afunilando ainda mais a lista, deixo Tina Fey e Toni Collette (apesar de acreditar que, com “United States of Tara”, Toni deveria estar concorrendo em Melhor Atriz e Melhor Série em Drama) para o páreo.


Meus palpites para Melhor Ator e Atriz Coadjuvante em Comédia vão para Jack McBrayer e Jane Krakowski, ambos de “30 Rock” (apesar de eterna admiração pelos trabalhos de Kristin Chenoweth em “Pushing Daisies” e Elizabeth Perkins em “Weeds”).

O meu palpite para Melhor Atriz em Drama vai para Chandra Wilson, de “Grey’s Anatomy”, a eterna Dra. Miranda Bailey. Fiquei feliz também com a indicação da Sandra Oh, a Dra. Yang de “Grey’s Anatomy”.

Melhor Elenco em Comédia fico com “30 Rock” (com um gostinho de querer que “United States of Tara” ganhe).

No dia 20 de setembro conferimos os resultados. Opine também nos comentários! A lista completa foi postada aqui.

Emmy Awards 2009: Os indicados

Confira a lista com as principais indicações:

MELHOR SÉRIE DRAMÁTICA
“Big Love”
“Breaking Bad”
“Damages”
“Dexter”
“House”
“Lost”
“Mad Men”

MELHOR SÉRIE DE COMÉDIA
“Entourage”
“Family Guy”
“How I Met Your Mother”
“The Office”
“30 Rock”
“Weeds”

MELHOR ATOR EM DRAMA
Bryan Cranston (Walter White, “Breaking Bad”)
Michael C. Hall (Dexter Morgan, “Dexter”)
Hugh Laurie (Dr. Gregory House, “House”)
Gabriel Byrne (Paul, “In Treatment”)
Jon Hamm (Don Draper, “Mad Men”)
Simon Baker (Patrick Jane, “The Mentalist”)

MELHOR ATOR EM COMÉDIA
Jim Parsons (Sheldon Cooper, “The Big Bang Theory”)
Jemaine Clement (Jemaine, “Flight Of The Conchords”)
Tony Shalhoub (Adrian Monk, “Monk”)
Steve Carell (Michael Scott, “The Office”)
Alec Baldwin (Jack Donaghy, “30 Rock”)
Charlie Sheen (Charlie Harper, “Two And A Half Men”)

MELHOR ATRIZ EM DRAMA
Sally Field (Nora Walker, “Brothers & Sisters”)
Kyra Sedgwick (Brenda Leigh Johnson, “The Closer”)
Glenn Close (Patty Hewes, “Damages”)
Mariska Hargitay (Detective Olivia Benson, “Law & Order: Special Victims Unit”)
Elisabeth Moss (Peggy Olson, “Mad Men”)
Holly Hunter (Grace Hanadarko, “Saving Grace”)

MELHOR ATRIZ EM COMÉDIA
Julia Louis-Dreyfus (Christine, “The New Adventures Of Old Christine”)
Christina Applegate (Samantha Newly, “Samantha Who?”)
Sarah Silverman (Sarah Silverman, “The Sarah Silverman Program”)
Tina Fey (Liz Lemon, “30 Rock”)
Toni Collette (Tara Gregson, “United States Of Tara”)
Mary-Louise Parker (Nancy Botwin, “Weeds”)

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM DRAMA
William Shatner (Denny Crane, “Boston Legal”)
Christian Clemenson (Jerry Espenson, “Boston Legal”)
Aaron Paul (Jesse Pinkman, “Breaking Bad”)
William Hurt (Daniel Purcell, “Damages”)
Michael Emerson (Ben Linus, “Lost”)
John Slattery (Roger Sterling, “Mad Men”)

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM COMÉDIA
Kevin Dillon (Johnny Drama, “Entourage”)
Neil Patrick Harris (Barney Stinson, “How I Met Your Mother”)
Rainn Wilson (Dwight Schrute, “The Office”)
Tracy Morgan (Tracy Jordan, “30 Rock”)
Jack McBrayer (Kenneth Parcell, “30 Rock”)
Jon Cryer (Alan Harper, “Two And A Half Men”)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM DRAMA
Rose Byrne (Ellen Parsons, “Damages”)
Sandra Oh (Dr. Christina Yang, “Grey's Anatomy”)
Chandra Wilson (Dr. Miranda Bailey, “Grey's Anatomy”)
Dianne Wiest (Gina, “In Treatment”)
Hope Davis (Mia, “In Treatment”)
Cherry Jones (President Allison Taylor, “24”)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM COMÉDIA
Kristin Chenoweth (Olive Snook, “Pushing Daisies”)
Amy Poehler (Various Characters, “Saturday Night Live”)
Kristin Wiig (Various Characters, “Saturday Night Live”)
Jane Krakowski (Jenna Maroney, “30 Rock”)
Vanessa Williams (Wilhelmina Slater, “Ugly Betty”)
Elizabeth Perkins (Celia Hodes, “Weeds”)

MELHOR ELENCO EM SÉRIE DRAMÁTICA
“Damages”
“Friday Night Lights”
“Mad Men”
“True Blood”
“The Tudors”

MELHOR ELENCO EM SÉRIE COMÉDIA
“Californication”
“The Office”
“30 Rock”
“United States Of Tara”
“Weeds”

MELHOR DIREÇÃO EM SÉRIE DRAMÁTICA
“Battlestar Galáctica” (Episódio: Daybreak Part 2 - Diretor: Michael Rymer)
“Boston Legal” (Episódio: Made In China/Last Call - Diretor: Bill D'Elia)
“Damages” (Episódio: Trust Me - Diretor: Todd A. Kessler)
“ER” (Episódio: And In The End - Diretor: Rod Holcomb)
“Mad Men” (Episódio: The Jet Set - Diretor: Phil Abraham)

MELHOR DIREÇÃO EM SÉRIE COMÉDIA
“Entourage” (Episódio: Tree Trippers - Diretor: Julian Farino)
“Flight Of The Conchords” (Episódio: The Tough - Diretor: James Bobin)
“The Office” (Episódio: Stress Relief - Diretor: Jeff Blitz)
“30 Rock” (Episódio: Apollo, Apollo - Diretor: Millicent Shelton)
“30 Rock” (Episódio: Reunion - Diretor: Beth McCarthy)
“30 Rock” (Episódio: Generalissimo - Diretor: Todd Holland)

MELHOR REALITY SHOW
“Antiques Roadshow”
“Dirty Jobs”
“Dog Whisperer”
“Intervention”
“Kathy Griffin: My Life on the D-List”
“MythBusters”

MELHOR REALITY SHOW DE COMPETIÇÃO
“The Amazing Race”
“American Idol”
“Dancing With The Stars”
“Project Runway”
“Top Chef”

MELHOR APRESENTADOR DE REALITY SHOW
Phil Keoghan (“The Amazing Race”)
Ryan Seacrest (“American Idol”)
Tom Bergeron (“Dancing With The Stars”)
Heidi Klum (“Project Runway”)
Jeff Probst (“Survivor”)
Padma Lakshmi e Tom Colicchio (“Top Chef”)

MELHOR PROGRAMA DE VARIEDADE, COMÉDIA OU MUSICAL
“The Colbert Report”
“The Daily Show With Jon Stewart”
“Late Show With David Letterman”
“Real Time With Bill Maher”
“Saturday Night Live”

MELHOR MINISSÉRIE
“Generation Kill”
“Little Dorrit”

MELHOR FILME FEITO PARA A TV
“Coco Chanel”
“Grey Gardens”
“Into The Storm”
“Prayers For Bobby”“Taking Chance”

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quinta-feira, 9 de julho de 2009

Em Memória: Michael Jackson, o Rei do Pop!

Por Danilo Novais
Colaboração: Giulia Smania



Não há honra maior, apesar da tristeza, estrear a nova coluna do blog com o Rei do Pop, Michael Jackson. Não poderia ser diferente!

Desde os cinco anos de idade, Michael demonstrava que tinha talento para música. Criado sob rígidas regras do pai, Joseph, que por muitas vezes trancafiou seus filhos em casa, enquanto trabalhava, Michael e seus irmãos fugiam para os vizinhos para cantar, tocar e dançar. A partir daí, seu pai descobriu o talento dos filhos e os lançou numa carreira musical frenética, que mudaria suas vidas para sempre, pois tinham passado de anônimos para personalidades do mundo pop, conhecidos como os Jackson Five.

Em 1971, os Jackson Five havia emplacado quatro canções no topo das paradas, “I Want You Back”, “ABC”, “I’ll Be There” e “The Love You Save”. Foi quando Michael decidiu se lançar em carreira solo, apesar de ainda continuar no grupo com os irmãos, lançando vários singles, como Ben e Got To Be There. Mas somente ganhou evidência como artista solo em 1979, quando lançou o álbum Off The Wall, causando furor na mídia especializada, o que lhe rendeu seu primeiro Grammy, pelo compacto Don’t Stop ‘Til You Get Enough.

Em 1982 foi lançado um dos álbuns mais vendidos de toda história da indústria musical, Thriller, que o consagrou como Rei da música pop. Thriller quebrou as barreiras que separavam os brancos dos negros, unificando-os por um gosto em comum: Michael Jackson. O preconceito contra os negros foi amenizado, e Michael tornou-se o primeiro negro a ter seu clipe exibido pela MTV americana. Após Thriller, vieram os álbuns Bad (1987), Dangerous (1991) e HIStory: Past, Present and Future – Book I (1995), que não repetiram o sucesso estrondoso do segundo álbum, mas reafirmaram o título de ícone ao cantor, tanto que “Black or White”, de Dangerous, tornou-se o clipe de maior estreia em todo o mundo, com cerca de 500 milhões de espectadores espalhados por 27 países, que acompanharam simultaneamente seu lançamento.

Em 1983, durante a divulgação de Thriller, Michael eternizou aquilo que se tornaria uma de suas principais características, o famoso passo Moonwalk. Aliás, Michael sempre foi conhecido por recordes ou fatos polêmicos, alguns deles foram a campanha We Are The World, que juntou vários artistas importantes e visava arrecadar fundos para acabar com a pobreza na África; sua doença vitiligo (faz perder a pigmentação da pele), que ocasionou muitos rumores sobre sua obsessão pela juventude; o processo judicial que acusava Michael de ser pedófilo, trazendo vários fatos bombásticos sobre a vida do cantor, desde os maus tratos sofridos pelo pai até o vislumbre pela carreira, o que poderia explicar seu comportamento infantil; e o vício por medicamentos.

Uma vida cheia de rumores, escândalos, superações e êxitos, Michael Jackson alçou seu nome por tudo isso e pela pessoa inocente, tímida e bondosa que amigos íntimos do astro afirmam que ele era. Ganhou uma estrela na calçada da fama de Hollywood, além de incontáveis prêmios musicais e seu nome no livro dos recordes mais de uma vez. Morreu aos 50 anos, em 2009, mas antes influenciou multidões pela sua música, dança, estilo e condição social. Após sua morte, nas semanas que se seguiram, suas músicas entraram para os topos das paradas novamente, seus clipes e especiais foram exibidos incontáveis vezes, e seu funeral foi feito em formato de um Tributo, Memorial, que foi transmitido para todo o mundo. Partiu, mas deixou suas músicas como lembrança de sua grandiosidade. O mundo agradece.

Adeus, MJ!

Vídeo Homenagem aos Jackson Five, com I'll Be There em versão acapella



PS: todos os vídeos do Michael estão com a incorporação desativada no YouTube.

Fontes: Wikipedia, MTV, Michael Jackson – Vida e Obra

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Untitled: Fernando Meirelles - por Lucas Soares

Para a segunda coluna Untitled, escolhi um dos brasileiros que, atualmente, me faz ter orgulho de seu trabalho aqui no Brasil e fora. Fernando Meirelles é um grande diretor e faz questão de deixar isso sobressair na essência de seus filmes. Confira!


Brasileiro, arquiteto que passou a dirigir programas independentes para tv nos anos 80. Um louco, diria deslocado, não fosse o talento evidente em suas obras. Foi o grande maluco por trás de Menino Maluquinho 2. A visão inteligente e diferente de Domésticas. O visionário de Cidade de Deus. O consagrado de O Jardineiro Fiel. O audacioso de Ensaio Sobre a Cegueira. Fernando Meirelles, 54, é um dos cineastas brasileiros com maior renome internacional. Não diria de maior importância e nem agregaria outros valores a este valor principal, principalmente pelo fato de que o fazer do cinema é diferente em cada época e cada época tem seu nome.

Meirelles graduou-se em Arquitetura em São Paulo e, logo no início de sua carreira profissional, em meados dos anos 80, passou a se interessar pela produção de programas independentes para tv. Em palestra realizada em Brasília no primeiro semestre deste ano, Fernando contou suas experiências e sobre como sua liberdade de criação era ilimitada. Fundou logo em seguida, com amigos, a Olhar Eletrônica, uma produtora independente. Foi um dos nomes por trás da produção do tão conhecido Castelo Rá-tim-bum. Anos mais tarde, fecharam a produtora e abriram a atual 02 Filmes, mas inicialmente como uma empresa de publicidade e propaganda.

Não deu outra. A 02 Filmes não demorou mais do que uma década para se tornar referência na produção publicitária do país. Depois de muita história, finalmente conseguiu rodar Cidade de Deus, filme que lhe rendeu uma indicação ao prêmio maior do Cinema norte-americano. Em 2004 concorreu ao Oscar de Melhor Diretor ao lado de nomes como Sofia Coppola, Peter Weir, Clint Eastwood e, o vencedor da ocasião, Peter Jackson.

Com O Jardineiro Fiel teve sua primeira experiência com a direção de um elenco totalmente estrangeiro, rodado em um país totalmente estranho a ele, aos atores e à história do filme. Dose repetida em O Ensaio Sobre a Cegueira. Ambos regidos com grande maestria pelo brasileiro.

Fernando atualmente está nas telas da TV Globo com o micro-série Som e Fúria. Só por ter a produção, direção e parte do roteiro assinados por Meirelles, vale a pena assistir. Na mesma palestra citada anteriormente, ele foi só elogios a todo o elenco. Ontem, 8 de julho, foi a estreia. Ainda restam alguns episódios (segundo o site), não percam.

Perguntaram-me dia desses por que é que Fernando Meirelles tem todo esse (re)nome com pouquíssimos filmes no seu currículo. Sendo totalmente parcial, só respondi: simplesmente porque ele é bom e sabe o que faz. É a velha história de que o que importa é a qualidade e não a quantidade. E é isso. Até a próxima Untitled!

quarta-feira, 1 de julho de 2009

AJUDE A SALVAR 'A LÔCA'!

A SAMORCC – Sociedade dos Amigos e Moradores do Bairro Cerqueira César está perseguindo mais uma vez o clube A Lôca, alegando que pessoas ligadas à casa estariam intimidando ou constrangendo moradores da Rua Frei Caneca. Esse episódio não é inédito, já havia ocorrido processo anterior contra o clube.

Desde que foi apresentado à Câmara Municipal de São Paulo o projeto para declarar a Rua Frei Caneca como “rua gay”, denominação que não diz respeito diretamente ao clube A Lôca, a casa virou alvo de ataques da SAMORCC. A SAMORCC então pediu o desarquivamento de inquérito civil perante a Promotoria do Meio Ambiente. O inquérito foi arquivado em 2005 por inexistência de motivos para sua continuidade pois não foram constatadas infrações de poluição sonora pelo PSIU.

A Lôca é considerada um ícone da noite paulistana há 14 anos e mantém-se respeitosa para com todos os segmentos da sociedade, a ponto de ter seu nome veiculado em reportagem recente do jornal New York Times. No início de suas atividades a casa conseguiu imprimir um ritmo de revitalização na região hoje conhecida como “Baixa Augusta”, e que agora reúne um grande número de bares, restaurantes, casas noturnas e estabelecimentos culturais e comerciais. A Lôca é uma casa noturna de vanguarda, inclusiva, acolhendo a todos os públicos sem discriminação, e que apóia atividades de órgãos e serviços sociais.

A casa noturna está promovendo um abaixo-assinado contra o seu possível fechamento, que já conta com mais de 06 mil assinaturas, entre elas artistas, políticos e profissionais liberais. Se você deseja ajudar o clube, clique no link abaixo e deixe sua assinatura!

AJUDE A ACABAR COM A INTOLERÂNCIA E PRECONCEITO!

CLIQUE AQUI!

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